Covid-19 e o Natal: há espaço para marketing?

Covid-19 e o Natal: há espaço para marketing?

No-no-no ou oh-oh-oh? Será que este ano os consumidores querem ver campanhas de Natal? Como se faz marketing em tempos de Covid? Haverá compras de Natal?

Se há época à prova de tudo é o Natal. Aliás, quantas vezes já ouviu ou leu que o Natal não é uma data, é um estado de espírito? É a pensar nisso mesmo que escrevemos este artigo.

Vamos começar por responder à questão que colocamos no título: sim, há espaço para marketing! Esta pandemia não aniquilou o Natal, apenas o vai tornar diferente! E “diferente” não é necessariamente um mau presságio, muito pelo contrário, pode até ser uma oportunidade…

Haverá compras de Natal?

Se esteve atento ao nosso artigo anterior sobre o contínuo aumento das compras online provocado pela pandemia, perceberá que este pode, então, ser o momento certo para se lançar à comunicação digital.

Tenha em consideração que se prevê, como já esperávamos, a redução dos gastos nas compras de Natal deste ano. Não queremos desanimá-lo, muito pelo contrário!

Ora, se os compradores estão mais online do que nunca e serão mais seletivos nos seus gastos, o seu tiro terá de ser certeiro.

Como faço marketing neste Natal?

Bem, primeiro compre um gorro vermelho, contrate umas renas mágicas e uns duendes amorosos… 🦌  Estamos a brincar!

Há alguns aspetos aos quais terá de ter maior atenção:

1. Planear

Sim, começamos sempre com a mesma dica e podemos citar uma série de frases como “ideia sem planeamento, é só um sonho”, “ao falhar em planear, está a planear falhar”, “planos não são nada, planeamento é tudo”…

2. Antecipar

Ao contrário dos últimos anos, estas compras natalícias não serão feitas à última da hora, uma vez que, como são online, requerem tempo para assegurar a entrega. Assim, o que quer que seja que vá fazer (online ou na sua loja física), faça-o com tempo, antecipe-se à sua concorrência e cative o cliente desde cedo.

3. Ofereça mais valor

Oferecer mais valor não significa apenas dar descontos, mas dar um mimo extra, por exemplo: alargar a época de troca; oferecer o embrulho; acrescentar um postal natalício à compra…

4. Promover

Comprar publicidade paga online não é um gasto, é um investimento! O Facebook, o Instagram e o Google são aliados importantes para fazer com que potenciais clientes o descubram.

Comece com um montante reduzido e vá testando até obter os resultados que planeou.

5. Os Influencers

Todos aspiram ser como eles! É, por isso, normal que as publicações dos influencers suscitem o desejo dos consumidores de fazerem compras natalícias.

E mais, os influenciadores são pessoas reais que usam/ experimentam os produtos, dando maior segurança aos compradores, isto é, são mais eficientes que as reviews.

Além disso, são uma solução com custos mais eficientes, por exemplo, é mais económico contratar vários micro-influencers do que uma celebridade.

6. Não seja deprimente

Família, alegria, paz, presentes, doces… Nenhuma destas palavras é negativa, pois não? Mais do que nunca, o seu público precisará de conforto e de sorrir!

7. Equilibrar

Conteúdo divertido ou histórias emotivas? Esta é uma das grandes questões com que todos os departamentos de marketing (incluindo o nosso) se debatem. A nossa sugestão é a seguinte: seja equilibrado com o seu otimismo festivo e tenha sensibilidade para perceber que há uma crise pandémica. No geral, menos é mais!

Aproveite o Natal para aumentar a visibilidade do negócio e, claro, das suas vendas. Espalhe o espírito natalício e a sua marca no mercado digital!

Oh oh oh…

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